Quarta-feira, Julho 26, 2006
Segunda-feira, Julho 24, 2006
enquanto sonho
A Koré
'Alta e solene
mais alta do que a luz
a pesada palidez sagrada do Pártenon
reina sobre o dia
Folhagens dançam movidas pelo vento
Na mesa ao lado a Koré de nariz direito e cabelo entrançado
serve de intérprete e erguendo a sua taça
brinda com os comerciantes tedescos que saquearam
a Grécia e a Europa quase toda
mas que após a derrota dos seus generais
ganharam a guerra
O café tem pó — relíquias dos turcos
Porém no vinho resinado no frescor da vinha
na fina suave brisa nas pálidas colunas
algo dos deuses súbito visita
a luz
do instante '
Sohpia de M.B. Andresen . Ilhas (III) 1989
'Alta e solene
mais alta do que a luz
a pesada palidez sagrada do Pártenon
reina sobre o dia
Folhagens dançam movidas pelo vento
Na mesa ao lado a Koré de nariz direito e cabelo entrançado
serve de intérprete e erguendo a sua taça
brinda com os comerciantes tedescos que saquearam
a Grécia e a Europa quase toda
mas que após a derrota dos seus generais
ganharam a guerra
O café tem pó — relíquias dos turcos
Porém no vinho resinado no frescor da vinha
na fina suave brisa nas pálidas colunas
algo dos deuses súbito visita
a luz
do instante '
Sohpia de M.B. Andresen . Ilhas (III) 1989
Domingo, Julho 23, 2006
a ouvir..
reggae
som de férias...
horace andy. skylarking. 1997

01. Spying Glass
02. Natty Dread a weh she want
03. rock to sleep
04 . One Love
05 . Don't Let Problems Get You Down
06 . Fever
07 . Children of Israel
08 . Money Money
09 . Girl I Love You
10 . Elementary
11 . Every Tongue Shall Tell
12 . Skylarking
13 . Do You Love My Music
14 . Spying Glass
som de férias...
horace andy. skylarking. 1997

01. Spying Glass
02. Natty Dread a weh she want
03. rock to sleep
04 . One Love
05 . Don't Let Problems Get You Down
06 . Fever
07 . Children of Israel
08 . Money Money
09 . Girl I Love You
10 . Elementary
11 . Every Tongue Shall Tell
12 . Skylarking
13 . Do You Love My Music
14 . Spying Glass
Sexta-feira, Julho 21, 2006
“Eu só queria ser livre”
“Quem tem menos de 30 anos e não é liberal, não tem coração. Quem tem mais de 30 anos e é liberal, não tem cérebro.”
the edukators

Realização: Hans Weingartner.
Intérpretes: Daniel Brühl, Julia Jentsch, Stipe Erceg, Burghart Klaußner.
Nacionalidade: Alemanha / Áustria, 2004.
Eles, auto-denominam-se "Os Educadores", rebeldes contemporâneos que expressam sua indignação de forma pacífica. Eles acreditam que podem mudar o mundo.
"Edukators não é um filme sobre pessoas boas e más, leais e traidores, com e sem princípios. É sobre um conflito não resolvido, sobre contas que não foram acertadas, sobre um jogo em relação ao qual a violência não é uma componente estranha, sobre uma geração que viu falharem mil saídas, mas quer saídas. Sobre a força das circunstâncias que engolem uns e sobre a força das escolhas dos que não querem ser engolidos. “Algumas pessoas não mudam nunca”. Ainda bem." ler critica
the edukators

Realização: Hans Weingartner.
Intérpretes: Daniel Brühl, Julia Jentsch, Stipe Erceg, Burghart Klaußner.
Nacionalidade: Alemanha / Áustria, 2004.
Eles, auto-denominam-se "Os Educadores", rebeldes contemporâneos que expressam sua indignação de forma pacífica. Eles acreditam que podem mudar o mundo.
"Edukators não é um filme sobre pessoas boas e más, leais e traidores, com e sem princípios. É sobre um conflito não resolvido, sobre contas que não foram acertadas, sobre um jogo em relação ao qual a violência não é uma componente estranha, sobre uma geração que viu falharem mil saídas, mas quer saídas. Sobre a força das circunstâncias que engolem uns e sobre a força das escolhas dos que não querem ser engolidos. “Algumas pessoas não mudam nunca”. Ainda bem." ler critica
Quinta-feira, Julho 20, 2006
Terça-feira, Julho 18, 2006
another day

fotografia. margarida delgado
'saudade ...de ti ...miúdo'
'Another sunny day, I met you up in the garden
You were digging plants, I dug you, beg your pardon
I took a photograph of you in the herbaceous border
It broke the heart of men and flowers and girls and trees
Another rainy day, we’re trapped inside with a train set
Chocolate on the boil, steamy windows when we met
You’ve got the attic window looking out on the cathedral
And on a Sunday evening bells ring out in the dusk
Another day in June, we’ll pick eleven for football
We’re playing for our lives the referee gives us fuck all
I saw you in the corner of my eye on the sidelines
Your dark mascara bids me to historical deeds
Everybody’s gone you picked me up for a long drive
We take the tourist route the nights are light until midnight
We took the evening ferry over to the peninsula
We found the avenue of trees went up to the hill
That crazy avenue of trees, I’m living there still
There’s something in my eye a little midge so beguiling
Sacrificed his life to bring us both eye to eye
I heard the Eskimos remove obstructions with tongues, dear
You missed my eye, I wonder why, I didn’t complain
You missed my eye, I wonder why, please do it again
The lovin is a mess what happened to all of the feeling?
I thought it was for real; babies, rings and fools kneeling
And words of pledging trust and lifetimes stretching forever
So what went wrong? It was a lie, it crumbled apart
Ghost figures of past, present, future haunting the heart
Belle and Sebastian
Another Sunny Day. 'The Life Pursuit'
porque ontem não fui a um bom concerto.
Segunda-feira, Julho 17, 2006
som de verão
ouvir música refresca o ambiente.
penso eu. espero. desejo.
Manu Chao, 1998
1. Clandestino Listen
2. Desaparecido Listen
3. Bongo Bong Listen
4. Je Ne T'Aime Plus Listen
5. Mentira... Listen
6. Lagrimas De Oro Listen
7. Mama Call Listen
8. Luna Y Sol Listen
9. Por El Suelo Listen
10. Welcome To Tijuana Listen
11. Dia Luna...Dia Pena Listen
12. Malegria Listen
13. La Vie A 2 Listen
14. Minha GaleraListen
15. La Despedida Listen
16. El Viento Listen
penso eu. espero. desejo.
Manu Chao, 19981. Clandestino Listen
2. Desaparecido Listen
3. Bongo Bong Listen
4. Je Ne T'Aime Plus Listen
5. Mentira... Listen
6. Lagrimas De Oro Listen
7. Mama Call Listen
8. Luna Y Sol Listen
9. Por El Suelo Listen
10. Welcome To Tijuana Listen
11. Dia Luna...Dia Pena Listen
12. Malegria Listen
13. La Vie A 2 Listen
14. Minha GaleraListen
15. La Despedida Listen
16. El Viento Listen
Sexta-feira, Julho 14, 2006
Teatro
noite de verão. calor e um teatro lindíssimo. s.luis lisboa.
actores muito bons
cenário fantástico. excelente
O TNSJ em Lisboa numa co-produção do SLTM com o XXIII Festival Internacional de Teatro de Almada.
JULHO 12 , 13 , 14 e 15 às 21h00
D. João. Dom Juan ou le Festin de Pierre (1665) de Molière
actores.
António Durães, Hugo Torres, Joana Manuel, João Castro, Jorge Mota, José Eduardo Silva, Lígia Roque, Marta Freitas, Paulo Freixinho, Pedro Almendra, Pedro Pernas, Carlos Piçarra Alves (clarinetista)
tradução Nuno Júdice
encenação Ricardo Pais
'No princípio era o prazer. Foi por ele que D. João "viveu". E no fim?
..
No espectáculo de Pais encontram-se poucas respostas, ao mesmo tempo que se reavivam muitas das perguntas inscritas no texto. Uma coisa é também o seu contrário, como se constatará do princípio ao fim. Esse momento em que D. João se esvai, gemendo, para dentro de uma das portas/janelas/sepulturas de que se reveste a estrutura cenográfica de João Mendes Ribeiro configura a palavra ausente, a resposta que falta.
..
D. João (Pedro Almendra) surge numa figuração imponente, de casaco dourado, brinco na orelha e sapatos de tacão metálico, contrastando com Esganarelo (Hugo Torres), seu servo e "consciência crítica" diplomática, vestindo farda azul, neutra, como a generalidade das personagens. D. João é, por assim dizer, o "rei do xadrez", o homem que, numa sociedade temente a Deus, não acredita em nada a não ser em si e na aritmética, movendo as peças a seu gosto, não por quadrados pretos e brancos, mas pelos bocados de madeira que compõem aquele tabuleiro irregular.
..
Embora vão já longe os tempos de Luís XIV e, portanto, de uma monarquia assente na religião, as premissas, as questões, os contrastes e as contradições formulados por Molière continuam actuais, e se há virtude - palavra-chave da moral tradicional - no espectáculo de Ricardo Pais é a de o demonstrar sem forçosamente seguir os passos do dramaturgo francês. É, aliás, o próprio encenador quem refere: "A 'mesmidade' é uma das coisas mais odiosas em teatro, e o teatro, como sabemos, reproduz incansavelmente uma série de convenções". Leitura semelhante poderá ter, de resto, uma das frases marcantes da peça: "A constância só é boa para os ridículos". E é aí, por paradoxal que pareça, que tudo se encaixa e os universos de ambos se tocam.' ler aqui
actores muito bons
cenário fantástico. excelente
O TNSJ em Lisboa numa co-produção do SLTM com o XXIII Festival Internacional de Teatro de Almada.JULHO 12 , 13 , 14 e 15 às 21h00
D. João. Dom Juan ou le Festin de Pierre (1665) de Molière
actores.
António Durães, Hugo Torres, Joana Manuel, João Castro, Jorge Mota, José Eduardo Silva, Lígia Roque, Marta Freitas, Paulo Freixinho, Pedro Almendra, Pedro Pernas, Carlos Piçarra Alves (clarinetista)
tradução Nuno Júdice
encenação Ricardo Pais
'No princípio era o prazer. Foi por ele que D. João "viveu". E no fim?
..
No espectáculo de Pais encontram-se poucas respostas, ao mesmo tempo que se reavivam muitas das perguntas inscritas no texto. Uma coisa é também o seu contrário, como se constatará do princípio ao fim. Esse momento em que D. João se esvai, gemendo, para dentro de uma das portas/janelas/sepulturas de que se reveste a estrutura cenográfica de João Mendes Ribeiro configura a palavra ausente, a resposta que falta.
..
D. João (Pedro Almendra) surge numa figuração imponente, de casaco dourado, brinco na orelha e sapatos de tacão metálico, contrastando com Esganarelo (Hugo Torres), seu servo e "consciência crítica" diplomática, vestindo farda azul, neutra, como a generalidade das personagens. D. João é, por assim dizer, o "rei do xadrez", o homem que, numa sociedade temente a Deus, não acredita em nada a não ser em si e na aritmética, movendo as peças a seu gosto, não por quadrados pretos e brancos, mas pelos bocados de madeira que compõem aquele tabuleiro irregular.
..
Embora vão já longe os tempos de Luís XIV e, portanto, de uma monarquia assente na religião, as premissas, as questões, os contrastes e as contradições formulados por Molière continuam actuais, e se há virtude - palavra-chave da moral tradicional - no espectáculo de Ricardo Pais é a de o demonstrar sem forçosamente seguir os passos do dramaturgo francês. É, aliás, o próprio encenador quem refere: "A 'mesmidade' é uma das coisas mais odiosas em teatro, e o teatro, como sabemos, reproduz incansavelmente uma série de convenções". Leitura semelhante poderá ter, de resto, uma das frases marcantes da peça: "A constância só é boa para os ridículos". E é aí, por paradoxal que pareça, que tudo se encaixa e os universos de ambos se tocam.' ler aqui
Quinta-feira, Julho 13, 2006
Hey you!
o filme a lula e a baleia
muito bom.
com: Jeff Daniels Anna Paquin, David Benger, Halley Feiffer, Jesse Eisenberg, Laura Linney, Owen Kline, William Baldwin
Realização: Noah Baumbach
1família NY nos anos 80..
'Um casal de escritores chega à conclusão que o seu casamento não tem consistência. Os filhos tentam a todo o custo recuperar a relação entre os progenitores. A transição da família constitui o mote para um conjunto de particularidades relacionadas com a evolução pessoal de cada elemento… '
É a mesma relação que há entre a lula e a baleia.


'Hey you, out there in the cold
Getting lonely, getting old
Can you feel me? Hey you, standing in the aisles
With itchy feet and fading smiles
Can you feel me? Hey you, dont help them to bury the light
Dont give in without a fight.
Hey you, out there on your own
Sitting naked by the phone
Would you touch me?
Hey you, with you ear against the wall
Waiting for someone to call out
Would you touch me?
Hey you, would you help me to carry the stone? Open your heart, Im coming home.
But it was only fantasy.
The wall was too high,
As you can see.
No matter how he tried,
He could not break free.
And the worms ate into his brain.
Hey you, standing in the road
Always doing what youre told,
Can you help me? Hey you, out there beyond the wall,
Breaking bottles in the hall,
Can you help me?
Hey you,
dont tell me theres no hope at all
Together we stand, divided we fall.
[click of tv being turned on]
Well, only got an hour of daylight left.
better get started
Isnt it unsafe to travel at night? Itll be a lot less safe to stay here.
youre fathers gunna pick up our trail before long
Can loca ride? Yeah, I can ride... magaret, time to go! maigret,
thank you for everything
Goodbye chenga
Goodbye miss ...Ill be back'
“Hey You” .Pink Floyd
joão. Disco The Wall (Disco 2), lançado em novembro e dezembro de 1979 (respectivamente, em UK e US)
muito bom.
com: Jeff Daniels Anna Paquin, David Benger, Halley Feiffer, Jesse Eisenberg, Laura Linney, Owen Kline, William Baldwin
Realização: Noah Baumbach
1família NY nos anos 80..
'Um casal de escritores chega à conclusão que o seu casamento não tem consistência. Os filhos tentam a todo o custo recuperar a relação entre os progenitores. A transição da família constitui o mote para um conjunto de particularidades relacionadas com a evolução pessoal de cada elemento… '
É a mesma relação que há entre a lula e a baleia.


'Hey you, out there in the cold
Getting lonely, getting old
Can you feel me? Hey you, standing in the aisles
With itchy feet and fading smiles
Can you feel me? Hey you, dont help them to bury the light
Dont give in without a fight.
Hey you, out there on your own
Sitting naked by the phone
Would you touch me?
Hey you, with you ear against the wall
Waiting for someone to call out
Would you touch me?
Hey you, would you help me to carry the stone? Open your heart, Im coming home.
But it was only fantasy.
The wall was too high,
As you can see.
No matter how he tried,
He could not break free.
And the worms ate into his brain.
Hey you, standing in the road
Always doing what youre told,
Can you help me? Hey you, out there beyond the wall,
Breaking bottles in the hall,
Can you help me?
Hey you,
dont tell me theres no hope at all
Together we stand, divided we fall.
[click of tv being turned on]
Well, only got an hour of daylight left.
better get started
Isnt it unsafe to travel at night? Itll be a lot less safe to stay here.
youre fathers gunna pick up our trail before long
Can loca ride? Yeah, I can ride... magaret, time to go! maigret,
thank you for everything
Goodbye chenga
Goodbye miss ...Ill be back'
“Hey You” .Pink Floyd
joão. Disco The Wall (Disco 2), lançado em novembro e dezembro de 1979 (respectivamente, em UK e US)
Terça-feira, Julho 11, 2006
Segunda-feira, Julho 10, 2006
para começar as férias..a dançar!
andanças
Minha aldeia é todo o mundo. Todo o mundo me pertence.
Aqui me encontro e confundo com gente de todo o mundo que a todo o mundo pertence.
António Gedeão
(não diria melhor para transmitir)
a sensação o contacto
de sentir de sorrir de dançar
o mundo a natureza
as pessoas
o ritmo
a dança
sempre
descalça..
talvez seja isso,
os pés na 'terra' e a alma ao vento..

Preço Geral
7 dias 90 €
6 dias 85 €
5 dias 80 €
4 dias 70 €
3 dias 55 €
1 dia 23 €
1 noite 6 €
Minha aldeia é todo o mundo. Todo o mundo me pertence.
Aqui me encontro e confundo com gente de todo o mundo que a todo o mundo pertence.
António Gedeão
(não diria melhor para transmitir)
a sensação o contacto
de sentir de sorrir de dançar
o mundo a natureza
as pessoas
o ritmo
a dança
sempre
descalça..
talvez seja isso,
os pés na 'terra' e a alma ao vento..

Preço Geral
7 dias 90 €
6 dias 85 €
5 dias 80 €
4 dias 70 €
3 dias 55 €
1 dia 23 €
1 noite 6 €
Sexta-feira, Julho 07, 2006
verdade
'Não procures verdade no que sabes
Nem destino procures nos teus gestos
Tudo quanto acontece é solitário
Fora de saber fora das leis
Dentro de um ritmo cego inumerável
Onde nunca foi dito nenhum nome'
Sophia de Mello Breyner Andresen
No Tempo Dividido: Poemas de um Livro Destruído, 1954

fotografia. dana maitec
Nem destino procures nos teus gestos
Tudo quanto acontece é solitário
Fora de saber fora das leis
Dentro de um ritmo cego inumerável
Onde nunca foi dito nenhum nome'
Sophia de Mello Breyner Andresen
No Tempo Dividido: Poemas de um Livro Destruído, 1954

fotografia. dana maitec
Quinta-feira, Julho 06, 2006
Quarta-feira, Julho 05, 2006
cinemateca em julho
fui ver..
entre o cansaço e o sonho de uma tela de cinema
descobri Iosseliani.
'Abril'
aka "Pastorali" or "Aprili"

directed by Otar Iosseliani
Soviet Union 1962
Theatrical Release: May, 2000
Cannes Film Festival
“ABRIL” é o primeiro filme oficial de Iosseliani, isto é, o primeiro realizado depois de concluídos os estudos. A história segue um casal nas ruas de Tbilisi, o apartamento que escolhem, os móveis que literalmente o invadem. A censura soviética proibiu-o, a pedido dos industriais da madeira que se sentiram insultados pelas imagens de uma floresta de árvores cortadas. “Agiram por obrigação, mas certamente pressentindo que o regime totalitário acabaria por se desmoronar e não podiam aceitar o romantismo desta parábola sobre o espírito burguês em que se corta pela raiz tudo o que é belo. Neste filme de 1962, reconheço sobretudo o jovem que eu era na época” (Otar Iosseliani).

seguido de
“Era uma vez um melro cantor”
de Otar Iosseliani

com Gela Kandelaki, Irina Giandieri, Giansug Kakhidze, Marina Karysivadze
URSS, 1971 - 82 min / legendado electronicamente em português
Com “ERA UMA VEZ UM MELRO CANTOR”, que alguns vêem como a sua obra prima, Iosseliani começou a ter sérios problemas com as autoridades censórias da URSS. Só em 1974 a sua divulgação foi autorizada, mas seria recebido com sucesso na Europa Ocidental. O filme, história de um músico da orquestra de Tbilisi que se desfaz em tantas actividades que por falta de tempo não cumpre nenhuma, possui alguma subversão consciente: “Para a censura tratava--se de uma personagem negativa, porque carecia da concentração necessária para a construção do socialismo: perdia tempo, e por isso representava um exemplo a não seguir” (Otar Iosseliani).

continua..
"um cinema em que a natureza humana é olhada com a distância que a ironia permite e a cumplicidade de que um bom entendedor é capaz. "
entre o cansaço e o sonho de uma tela de cinema
descobri Iosseliani.
'Abril'
aka "Pastorali" or "Aprili"

directed by Otar Iosseliani
Soviet Union 1962
Theatrical Release: May, 2000
Cannes Film Festival
“ABRIL” é o primeiro filme oficial de Iosseliani, isto é, o primeiro realizado depois de concluídos os estudos. A história segue um casal nas ruas de Tbilisi, o apartamento que escolhem, os móveis que literalmente o invadem. A censura soviética proibiu-o, a pedido dos industriais da madeira que se sentiram insultados pelas imagens de uma floresta de árvores cortadas. “Agiram por obrigação, mas certamente pressentindo que o regime totalitário acabaria por se desmoronar e não podiam aceitar o romantismo desta parábola sobre o espírito burguês em que se corta pela raiz tudo o que é belo. Neste filme de 1962, reconheço sobretudo o jovem que eu era na época” (Otar Iosseliani).

seguido de
“Era uma vez um melro cantor”
de Otar Iosseliani

com Gela Kandelaki, Irina Giandieri, Giansug Kakhidze, Marina Karysivadze
URSS, 1971 - 82 min / legendado electronicamente em português
Com “ERA UMA VEZ UM MELRO CANTOR”, que alguns vêem como a sua obra prima, Iosseliani começou a ter sérios problemas com as autoridades censórias da URSS. Só em 1974 a sua divulgação foi autorizada, mas seria recebido com sucesso na Europa Ocidental. O filme, história de um músico da orquestra de Tbilisi que se desfaz em tantas actividades que por falta de tempo não cumpre nenhuma, possui alguma subversão consciente: “Para a censura tratava--se de uma personagem negativa, porque carecia da concentração necessária para a construção do socialismo: perdia tempo, e por isso representava um exemplo a não seguir” (Otar Iosseliani).

continua..
Terça-feira, Julho 04, 2006
madrid
1 motivo
entre muitos para ir a Madrid.

'Coincidiendo con el 25 aniversario de la llegada del Guernica a España y la celebración de los 125 años del nacimiento de Picasso, el Museo del Prado y el Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía han aunado sus esfuerzos para acoger la exposición Picasso. Tradición y Vanguardia. Comisariada por Carmen Giménez y Francisco Calvo Serraller, la muestra reúne más de cien obras del artista malagueño convirtiéndose en un recorrido irrepetible en torno a la trayectoria del artista.
La Galería Central del Museo Reina Sofía, y alrededor del Guernica, el espectador se encontrará con la respuesta artística que Picasso dio a los dramáticos acontecimientos políticos de su tiempo.
La muestra se poderá ver en el Museo del Prado y en el Reina Sofía del 6 de junio al 3 de septiembre de 2006. Ambos museos han puesto a disposición del público un servicio de venta anticipada de entradas, con reserva de día y hora, desde el que se pueden adquirir tanto entradas independientes para visitar la exposición en cada sede (9 euros) como entradas conjuntas para la visita de la exposición completa (16 euros). ' el cultural.es
artigos relacionados
Picasso y el Museo del Prado, por María Dolores Jiménez-Blanco
Picasso, genio entre maestros, por Rocío de la Villa
Las nueve obras nunca vistas en España, explicadas por historiadores
Visita virtual a la exposición
sou fã .
entre todos os períodos, gosto particularmente do
Período Azul
1901 - 1904
as pinturas, predominantemente em tons de azul, têm um carácter melancólico.
marcadas pela tristeza, dor e miséria,
as imagens são normalemente envolvidas por um traço negro e severo.

'Mujer en camisa'
Óleo sobre lienzo. Paris, 1904-1905
em Londres, Tate Modern
entre muitos para ir a Madrid.

'Coincidiendo con el 25 aniversario de la llegada del Guernica a España y la celebración de los 125 años del nacimiento de Picasso, el Museo del Prado y el Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía han aunado sus esfuerzos para acoger la exposición Picasso. Tradición y Vanguardia. Comisariada por Carmen Giménez y Francisco Calvo Serraller, la muestra reúne más de cien obras del artista malagueño convirtiéndose en un recorrido irrepetible en torno a la trayectoria del artista.
La Galería Central del Museo Reina Sofía, y alrededor del Guernica, el espectador se encontrará con la respuesta artística que Picasso dio a los dramáticos acontecimientos políticos de su tiempo.
La muestra se poderá ver en el Museo del Prado y en el Reina Sofía del 6 de junio al 3 de septiembre de 2006. Ambos museos han puesto a disposición del público un servicio de venta anticipada de entradas, con reserva de día y hora, desde el que se pueden adquirir tanto entradas independientes para visitar la exposición en cada sede (9 euros) como entradas conjuntas para la visita de la exposición completa (16 euros). ' el cultural.es
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entre todos os períodos, gosto particularmente do
Período Azul
1901 - 1904
as pinturas, predominantemente em tons de azul, têm um carácter melancólico.
marcadas pela tristeza, dor e miséria,
as imagens são normalemente envolvidas por um traço negro e severo.

'Mujer en camisa'
Óleo sobre lienzo. Paris, 1904-1905
em Londres, Tate Modern








